Para empresários de Bolsonaro, Ciro assume papel de Lula como inimigo

“Não faremos nada da nossa cabeça. Os senhores que estão na ponta das empresas serão os nossos patrões” (Ex-capitão do Exército Jair Bolsonaro, abrindo o jogo em encontro com empresários na Confederação Nacional da Indústria, em Brasília, julho de 2018).

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“Empresários aplaudem Bolsonaro e vaiam Ciro”, resume a Folha desta quinta-feira, na mesma linha do que escrevi aqui ontem sobre o histórico encontro da CNI que formalizou o ex-militar da extrema direita como candidato preferencial do empresariado, na falta de outra opção, digamos, mais democrática e civilizada.

O tucano Geraldo Alckmin, que já foi o queridinho da banca, não foi vaiado nem aplaudido, já está rifado, e nem tomaram conhecimento dele ao elogiar a política econômica de Donald Trump.

Com Lula impedido de disputar a eleição, o pedetista Ciro Gomes, candidato da centro-esquerda, virou o inimigo público número um dessa turma da grana gorda que está muito preocupada com os

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