João Paulo Rillo: Precisamos encarar sem medo o debate sobre a segurança pública

Em Niterói (RJ), manifestação contra violência pede paz: homenagem ao produtor cultural Rafael Lage, assassinado em assalto no bairro do Ingá. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

BRASIL BATE RECORDE HISTÓRICO DE MORTES VIOLENTAS: O QUE O CAMPO PROGRESSISTA TEM A VER COM ISSO

por João Paulo Rillo*

A insegurança no Brasil não é só discurso ou sensação.

O Atlas da Violência 2018, publicado em 5 de junho, formalizou estatísticas ainda piores do que conhecíamos: batemos o recorde histórico de mortes violentas no país.

E a coisa fica mais trágica quando sabemos que o documento agora apresentado diz respeito a dados coletados no Brasil de 2016. Com a rápida precarização do tecido social nesses anos de pós-golpe, é razoável imaginar que vivemos em um cenário ainda pior.

Diante dessa realidade, o campo progressista não deve aceitar o tema segurança pública como uma pauta da direita. Não por partidarismo, mas, simplesmente, porque a proposta da

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