No desespero, sem candidato, direita aposta em golpes para melar eleição

Primeiro, alguns grupos de celerados pediram intervenção militar durante a greve dos caminhoneiros, mas nem os fardados querem saber disso.

Em seguida, a madre superiora global Cármen Lúcia veio com a mágica de pautar o parlamentarismo sem plebiscito, mas já voltou atrás porque pegou mal.

No desespero, sem conseguir apresentar um candidato viável ao distinto eleitorado, a direita brasileira, também conhecida como “establishment” e “mercado”, está apostando tudo para melar as eleições.

Arrancar Lula do jogo foi mais fácil do que tirar doce da boca de criança, mas não adiantou nada.

Tentaram Luciano Huck, João Doria, Joaquim Barbosa, nenhum emplacou.

Aí ficaram com o velho Alckmin de sempre, o Meirelles e o Rodrigo Maia, fora alguns franco atiradores candidatos de si mesmo.

Bolsonaro já foi assimilado por setores do mercado financeiro, mas ainda não é confiável, por mais que agora se apresente como moderno neoliberal desde criancinha.

Cada vez mais

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