Audálio, audaz

Conheci Audálio Dantas em 30 de maio de 2014. Neste dia de sua partida, completaram-se exatos quatro anos desde o dia em que o vi entrar no Teatro Cásper Líbero, vestindo uma jaqueta ocre, e fui me apresentar. Era eu o organizador do debate para o qual ele tinha sido convidado e que começaria dali a dez minutos: uma tarde entre gigantes em homenagem aos 50 anos de profissão do também jornalista Ricardo Kotscho. Abri o evento, logo após a fala inicial do então coordenador do curso de jornalismo, Carlos Roberto Costa, e fui para a plateia.

No palco, entre poltronas e sofás, conversavam Eliane Brum, Hélio Campos Mello, Clóvis Rossi, Jorge Araújo, Mariana Kotscho, Ricardo Kotscho e ele, Audálio, imprescindível. Dois meses depois, Audálio aceitou minha amizade no Facebook, o que me permitiu acompanhar mais amiúde os registros feitos na rede social por aquele veterano inquieto.

Em janeiro de


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