O Brasil precisa é de uma “revolução” cultural, não de agitadores das massas

Durante a lamentável greve dos caminhoneiros, que parece ter tido como resultado, além da morte de um inocente, a volta do congelamento de preços e dos “fiscais de Sarney”, muitos à “direita” se animaram com a possibilidade de uma revolução redentora. O problema desses “revolucionários de Facebook” foi ignorar o que seu próprio guru, que também se deixou seduzir pela ideia, sempre alertara: para mudar mesmo o país era necessário, antes, construir uma elite intelectual robusta. A guerra, enfim, é cultural antes de mais nada.

Lição que o professor parece ter esquecido, e agora tenta resgatar, ao constatar que só alguém com ampla cultura poderia liderar um confronto ao estamento burocrático. Se era sabido, então, que antes de se comer o bolo é preciso fazê-lo, por que essa turma foi afoita para cima dos caminhoneiros, como se vissem neles os instrumentos de sua revolução? Um amigo conservador, que prefere


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