Desmascarando um “revolucionário de Facebook”

Houve uma grande empolgação com a greve dos caminhoneiros entre os representantes da “direita jacobina”. Filipe G. Martins foi uma das vozes mais excitadas nas redes sociais em prol desses grevistas. Ele via um motorista qualquer lutando por preços menores de diesel e enxergava um George Washington. Olhava para outro caminhoneiro e lá estava Thomas Jefferson. Era a “Festa do Chá” tupiniquim, e o rapaz deve ter tido orgasmos ao imaginar a revolução que colocaria os poderosos de quatro – não a população, como aconteceu.

O transtorno eventual? Esse seria um preço a ser pago, quebrar uns ovos para fazer a omelete. Não importa que liberais e conservadores prudentes alertassem para o perigo, avisassem que o tiro sairia pela culatra. O jovem chamava a esses de “conservadores doutrinários”, incapazes de enxergar mais longe. Essa, diga-se, é a postura dele, retratada já por Hans Christian Andersen, em seu clássico A nova roupa do rei. Filipe é


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