Se até mestre Clóvis Rossi desistiu, só me resta ir para o retiro e rezar

“Desisto, a civilização não é para o Brasil _ O governo fracassou, mas houve falência múltipla de órgãos”.

Esta é a melhor síntese que li sobre o momento dramático que vivemos, sem governo e sem nada para colocar no lugar.

O autor só poderia ser Clóvis Rossi, o mais completo, preparado e respeitado jornalista brasileiro da minha geração.

Foi meu primeiro chefe e editor no Estadão, o cara que me ensinou não só os caminhos da reportagem, mas os compromissos éticos deste ofício.

Com ele aprendi a pensar apenas nos leitores na hora de escrever. É a eles que devemos nosso ganha pão.

Se até o Clóvis Rossi de tantas glórias desistiu do Brasil, depois de rodar o mundo a trabalho, é porque, como ele escreveu no final do seu artigo no portal da Folha nesta terça-feira, “o fracasso é de um coletivo chamado Brasil”.

Até outro dia, a nossa

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