A questão que está posta, se querem saber, já nem é saber quem vai vencer, mas se o eleito vai conseguir governar. Afinal, com que maioria?

Os dias no país andam mais perigosos do que parecem. A questão, se querem saber, já nem é quem vai vencer a disputa de 2018. Mas saber se o vitorioso consegue governar. O buraco pode ser bem maior do que percebemos agora.

Os candidatos ditos “viáveis” fogem dos temas polêmicos como o diabo foge da cruz. Eles vão se enfileirando sem que saibamos por que, afinal de contas, querem governar o Brasil. Haverá apenas 37 dias de campanha no rádio e na televisão, contra 90 em 2014. Uma ascensão meteórica nos moldes de João Dória, em São Paulo, em 2016, é absolutamente improvável. Na capital paulista, assistiu-se a um fenômeno de características absolutamente locais. Candidatos precisam de ideias-força. Mas quais?

Há outro fator: atende pelo nome de Lula. Todos sabem que o petista não será candidato ainda que queria. Por enquanto ao menos, o PT joga o seu jogo. Percebe


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