Crianças

Heraldo Palmeira

Rever Pirenópolis é sempre um grande prazer. A cidade, voltada ao turismo e acostumada a receber gente do mundo inteiro aos borbotões, consegue manter aquele ar de cidade do interior que parou no tempo colonial e nos faz sentir em casa. Com o charme adicional do roteiro gastronômico obrigatório.

No restaurante do jantar da primeira noite havia uma sala de espera ao lado do balcão principal, com sofá de quatro lugares e duas poltronas diante de uma tevê. O programa jornalístico tratava de meio ambiente e mostrava o fechamento de um lixão.

Quatro crianças assistiam ao programa com surpreendente interesse. Eram todas de Belém e desfrutavam mais uma das costumeiras viagens de férias em família.

Duas estavam realmente cansadas. As outras, os irmãos Cauê e Raiana – peço desculpas à minha amiguinha se, por acaso, errei a grafia do seu nome –, de nove e onze anos, se


Continue lendo no Blog do Augusto Nunes.