Morte de promotor argentino segue sem culpados

Enquanto no Brasil a sociedade aguarda uma resposta para um assassinato que chocou o país, face à violência e à desfaçatez criminosa com que foi cometido, na vizinha Argentina outro crime se arrasta há mais de três anos, sem um desfecho satisfatório, também envolvendo uma figura pública.

A morte do promotor federal Alberto Nisman, em 2015, atordoou os argentinos e causou idêntica revolta na população, provocando manifestações públicas de protesto e passeatas, como no caso da vereadora Marielle Franco, assassinada a tiros em uma via pública do Rio de Janeiro.

Passeata em Buenos Aires pede justiça pela morte de Alberto Nisman, em 2015. (Foto: Jaluj/Creative Commons)

Em ambos as mortes, salta aos olhos a infame demonstração de arrogância e de confronto às leis e à Justiça por parte dos responsáveis pelas execuções que tinham como objetivo calar as vozes daqueles que os incomodavam. Tanto Marielle como Nisman morreram pelo trabalho


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