Vivam as mulheres, deixem as mulheres viver

A linda foto que ilustra esse texto eu tirei de postagem feita hoje mesmo pela amiga Renata Mielli. Mostra o encontro possível entre o que costumamos (costumamos quem? Ora, a minha geração que está envelhecendo) considerar a marca do “masculino” (a força, a agressividade) com o que costumamos considerar a marca do “feminino” (o amor, o acolhimento).

Mas quem disse que as duas energias não se cruzam dentro de cada homem e de cada mulher? Que os homens aprendam a temperar com afeto a sua força – tantas vezes desmedida. E que as mulheres empunhem todas as armas – sejam flores ou armas de verdade, nos embates pela libertação do ser humano.

Com essa foto, lanço um salve geral pras mulheres da minha vida.
Minha mãe, primeira mulher a me amar, com quem os embates que travo ainda hoje, nos abismos internos, me ensinam e me estimulam a ser um

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