Queda de gasto social reforça flexibilização da PEC do Teto

Uma reportagem de hoje do jornal “O Estado de S. Paulo” aumentará a pressão para uma flexibilização da PEC do Teto no próximo governo. Essa Proposta de Emenda Constitucional, aprovada no fim de 2016, limitou o crescimento dos gastos públicos por 20 anos.

Segundo o “Estadão”, as despesas reais em saúde e educação caíram em 2017 na comparação com 2016, descontada a inflação. Quando aprovou a regra do teto, o governo excluiu essas duas áreas em 2017. Prometeu aumentar os gastos no ano passado para que elas ficassem num patamar mais elevado a partir de 2018, quando seria estabelecido um piso para evitar um gasto menor com a vigência da PEC do Teto. Mas não foi o que aconteceu no ano passado.

A flexibilização da PEC do Teto será um dos temas da campanha, sobretudo dos candidatos do campo oposicionista. Uma queda de 3,1% no gasto real parece pequena, mas

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