Carmen Lúcia faz defesa da guilda da República da Toga durante protesto

“Durante a Idade Média, em certos países europeus, associação que agregava pessoas que possuíam interesses comuns (comerciantes, artistas, artesãos etc.) com o propósito de oferecer assistência e segurança aos seus membros” (Dicionário Online de Português).

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É para lá, a Idade Média, que estamos voltando a passos largos.

Num país falido, onde o salário mínimo dos trabalhadores não chega a R$ 1 mil, os mais de 17 mil membros da guilda da República da Toga ganham pelo menos R$ 30 mil por mês, fora os penduricalhos, e acham pouco.

Esta semana, ao mesmo tempo que a presidente do STF, Cármem Lúcia, com sua pompa e circunstância de madre superiora, fazia uma veemente defesa da República da Toga, na quinta-feira, do lado de fora do tribunal cerca de 500 representantes da nobre confraria faziam um protesto para pedir aumento e defender seus privilégios.

Na data marcada para a volta ao trabalho, lº

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