Se não tem tu, vai tu mesmo. Vai sobrar para o Alckmin?

Fernando Henrique Cardoso, o grande patrono dos tucanos, prefere Luciano Huck.

Michel Temer não gosta dele, mas o seu MDB não tem ninguém.

O grande eleitor chamado “mercado” queria Henrique Meirelles, mas ele não tem votos.

Geraldo Alckmin não passa de um dígito nas pesquisas, não empolga ninguém, mas por falta de opção no mercado de votos pode sobrar para ele o espólio do “governo das reformas”.

Nas atuais condições de tempo e temperatura, com Lula impedido pela Lei da Ficha Limpa, uma análise fria dos números da pesquisa Datafolha me dá o pressentimento de que as águas eleitorais correm neste momento para o governador paulista, por incrível que pareça.

É a tal história do “se não tem tu, vai tu mesmo”. Por que me arrisco a escrever isso? Por uma série de razões.

Alckmin não corre o menor risco de ser alcançado pela Lava Jato, não só por ser

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