William Waack diz ter apoio da presidente do STF e insulta críticos

Por Eduardo Guimarães

Quando vi a chamada na primeira página da Folha de São Paulo deste domingo (13/1) para artigo de William Waack intitulado “Há racismo no Brasil, mas eu não sou racista”, logo pensei que viria por ali um pedido de desculpas e uma promessa de repensar a própria postura e filosofia de vida. Doce engano. Waack vomitaria mais arrogância e preconceito.

Há um ponto do artigo de Waack – que será reproduzido após o comentário do blogueiro – muito mais importante que o monte de baboseiras e caradurismo que ele despejou no jornal supracitado. Mas, antes, comento o teor da defesa que ele fez de si mesmo.

Em primeiro lugar, Waack se deu a contar a mesma (agora sim) piada que todo racista conta ao ser pego em flagrante ou ao se revelar inadvertidamente ou, até, propositalmente. Repetiu o “pacote” completo: disse ter “amigos negros” e que,

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