Em nome de aliança nacional pró-Alckmin, tucanos admitem apoio a Márcio França na sucessão em SP

Dar para receber A articulação para entregar a coalizão de Geraldo Alckmin a apenas um candidato em São Paulo subiu de patamar. Agora, secretários de Estado filiados ao PSDB admitem que é importante ter apenas um nome que defenda o legado do governador –e apontam o vice dele, Márcio França (PSB), como opção. A jogada é decisiva para que o tucano, pré-candidato à Presidência, consiga atrair o PSB para o seu palanque nacional, mas enfrenta forte resistência entre deputados da sigla.

Sem dó As conversas sobre a sucessão em SP deslancharam após França dizer a Alckmin que, se o PSDB não o apoiar, ele não se furtará em desalojar os tucanos e usar a estrutura do Palácio dos Bandeirantes para organizar o time de aliados que estará com ele na eleição. França assume o governo em abril.

Desprendido Secretário de Desenvolvimento Social, Floriano Pesaro, escolheu um jornal de Peruíbe (SP) para


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