Sem GPS

Lembro de um texto em que o autor dizia: “Sou capaz de me perder na Avenida Paulista”. Fiquei com isso na cabeça porque me soou familiar. E acrescento: sou capaz de me perder na estrada, na cidade ou se entro em uma rua errada e o quarteirão não é quadrado. Desligada que sou, saio um pouco do ar e já não sei onde estou. Não tenho noção de espaço ou direção, e isso já me rendeu muitas histórias. Numa delas, entrei na contramão no estacionamento de um shopping. Noutra, pela primeira vez fui para São Paulo dirigindo um carro e quase acabei na estrada que leva ao litoral.

Tudo isso aconteceu quando não havia sistema de navegação em veículos e celulares. Por isso, dá para imaginar como fiquei feliz quando inventaram o GPS. Eu me encontrei, literalmente. E deixei de me perder pelos caminhos.

Pouco antes do lançamento do aparelho,


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