Se o Facebook virar Orkut, algo virá em seu lugar

Tanto quanto posso – difícil em meio à continuada crise brasileira – tenho acompanhado de longe a discussão sobre as mudanças de política do Facebook, que envolve “fake news”, direcionamento de conteúdo e, diz o “dono” da ferramenta, Mark Zuckerberg, a decisão de privilegiar redes de amigos sobre conteúdo jornalística (ou pseudojornalístico).

Em primeiro lugar, o Facebook não é – e há muito tempo – uma assembléia ampla, geral e irrestrita de usuários da internet. Com critérios obscuros e ocultos a seus participantes, ele já dirige, impulsiona ou restringe a amplitude de seu alcance.

Em parte, assumidamente, cobrando para “impulsionar” publicações o que, claro, só pode ser feito por quem tenha: a) interesse promocional (comercial ou político) e b) dinheiro. Promover um único  post do Tijolaço custaria – consultei agora – R$ 540, para apenas 200 mil pessoas, publico semelhante ao que se tem aqui nos bons dias.

De outra forma,


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