Minha coluna na Folha: com medinho de Moro e da Ficha Limpa, os covardes dão à luz o “Argumentum ad Lulam” e contra a lei

“Coragem”, o cão covarde. Ele está sempre tremendo de medo…

Leiam trechos:
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Dois casos evidenciam que a análise política anda coberta pelo véu nada diáfano da pusilanimidade: o julgamento, pelo TRF-4, do recurso de Luiz Inácio Lula da Silva e a liminar concedida pelo ministro Gilmar Mendes, do STF, disciplinando a condução coercitiva. Conhecíamos o chamado “argumentum ad hominem”, que consiste em abandonar o objeto de debate para pôr em descrédito o debatedor. Eis que surge uma novidade no terreno das falácias: o “argumentum ad Lulam”.
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Eis que começam a pulular na imprensa artigos supostamente isentos questionando a legitimidade de uma eleição sem Lula, dado que, nas pesquisas, ele aparece margeando os 40% no primeiro turno, vencendo por boa diferença, no segundo, todos os eventuais adversários. Incomoda-me menos a estupidez da especulação do que a… covardia. Olhem ela aí! Por que isso? Caso o petista se torne inelegível em 2018, será consequência da


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