Rodrigo Maia inaugura mais uma temporada de flores do recesso

Cada um no seu quadrado, natureza e política têm seus próprios ciclos em Brasília. Assim como a grama renasce com as primeiras chuvas, sempre que os políticos entram em férias desabrocham as flores do recesso – são factoides que parecem surgir do nada, crescem rápido e costumam murchar após o Carnaval.

As previsões eram de que, nesse chuvoso janeiro, as tais flores — frutos da temporada de seca de notícia – só brotariam após o novo julgamento de Lula, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, marcado para o dia 24, em Porto Alegre.

Henrique Meirelles chegou a ser irrigado em programa partidário na tevê, Luciano Huck — sem sair do casulo — recebeu superdose de adubo no Faustão, mas foi Rodrigo Maia quem primeiro germinou.

Para quem fechou o ano se dizendo sem tamanho para uma corrida presidencial, a guinada foi bem rápida. De repente, Rodrigo viu uma avenida para

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