Resposta a Doria: xingar Lula não é trabalho

A eleição do ricaço João Doria como prefeito de São Paulo ocorreu em 2016, no âmbito do então recém-aprovado impeachment de Dilma e no auge do furor antipetista que os brasileiros abandonariam logo após descobrirem que a presidente legítima foi derrubada para os golpistas tirarem direitos dos trabalhadores e transferirem renda do pobre para o rico.

Não demoraria mais do que um ano de governo para Doria desmascarar a si mesmo. Animado com a eleição em primeiro turno como prefeito de São Paulo, não percebeu que o fenômeno não se deveu ao seu carisma ou a qualquer coisa que ele já tenha feito na vida, mas, meramente, por sua, vá lá, “capacidade” de insultar os petistas e, sobremaneira, Lula.

Não demoraria, porém, para Doria desmascarar a si mesmo.

No fim do ano passado, o portal G1 publicou matéria que revela o que o prefeito da capital paulista fez após

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