Justiça seletiva fura fila para apressar condenação de Lula

Se alguém ainda tinha dúvidas de que a Justiça é partidária e seletiva, não tem mais motivos.

Para apressar a condenação de Lula, os desembargadores do Tribunal Regional Eleitoral da 4ª Região, em Porto Alegre, furaram a fila das ações que aguardam julgamento de recursos e passou o de Lula à frente de outros sete processos.

Curiosamente, entre estas sete ações não há nenhum dos nomes do PSDB delatados pela Odebrecht e JBS. Não há nem processo instaurado.

O mais antigo é o do empreiteiro Marcelo Odebrecht, que deu entrada em agosto de 2016, um ano antes do recurso de Lula, e ainda está nas mãos do relator.

O recurso do ex-presidente começou a tramitar no TRF-4 no dia 23 de agosto de 2017.

Foi o processo que chegou mais rápido ao tribunal depois da condenação: apenas 42 dias, um verdadeiro recorde, como mostra a matéria “Caso Lula passa à

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