João Bosco: Esperança equilibrista é da democracia, não de quem a trai

A nota do compositor João Bosco, cuja inesquecível música “O Bêbado e a Equolibrista” , imortalizada por Elis Regina logo após o assassinato do jornalista Vladimir Herzog, no Doi-Codi paulista, sobre o uso de seu verso – “a esperança equilibrista” para batizar a investida policial sobre professores da Universidade Federal de Minas Gerais, seu estado:

Recebi com indignação a notícia de que a Polícia Federal conduziu coercitivamente o reitor da Universidade Federal de Minas Gerais, Jaime Ramirez, entre outros professores dessa universidade. A ação faz parte da investigação da construção do Memorial da Anistia. Como vem se tornando regra no Brasil, além da coerção desnecessária (ao que consta, não houve pedido prévio, cuja desobediência justificasse a medida), consta ainda que os acusados e seus advogados foram impedidos de ter acesso ao próprio processo, e alguns deles nem sequer sabiam se eram levados como testemunha ou suspeitos. O conjunto dessas


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