Como a corrida ao Planalto pode virar prova de múltipla escolha para o PMDB

Presidente Michel Temer e o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. Foto Orlando Brito

Para todos os partidos players da política nacional, a prioridade é a corrida pelo Palácio do Planalto. Mesmo quando entram como coadjuvantes, buscam sempre se alinhar a alguma candidatura competitiva. Afinal, está em jogo o naco de poder que caberá a cada um deles.

A exceção nesse tabuleiro sempre foi o PMDB. Por ser um aglomerado de caciques regionais, com foco nas eleições estaduais, sua principal meta tem sido eleger o maior número de deputados federais e senadores. Suas expressivas bancadas são seu passaporte para conquistar seu quinhão em todos os governos.

Mesmo com esse espaço cativo, o PMDB também sempre fez suas apostas na sucessão presidencial. De preferência, crava duplo nos candidatos que polarizam a disputa. Assim, uma banda do partido sempre sairá vitoriosa. No decorrer da gestão, em nome da tal governabilidade, todos acabam usufruindo

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