Bob Fernandes: investigam a morte de Nego, mas não os “seus neguinhos”

Bob Fernandes mostra, com simplicidade e evidência, a patética parcialidade com que se fazem investigações no Brasil, em seu comentário na TV Gazeta.

Sergio Cabral e Fernando Cavendish já não dividem guardanapos como naquela farra em Paris, em 2009. Agora se acusam de corrupção.

Espantosa, e reveladora, a lentidão para descobrirem Cabral, e o Cavendish da empreiteira Delta. A 30 de abril de 2012 dizíamos aqui:

A Delta, do Cavendish, é o coração e cofre na mira (…) no Rio, do Cabral,  tem contratos de mais de 1,5 bilhão.

 A 21 de novembro de 2012 contamos aqui: conhecido como “Paulo Preto”, ex-diretor da Dersa no governo Serra, Paulo Vieira de Souza dizia e:

-Se abrir as contas do Rio e São Paulo, o Brasil cai.

Dois anos depois viria a Lava Jato. Mas os rapazes não prestaram atenção, a tempo, nas contas. Que estavam todas nos computadores das empreiteiras. 


Continue lendo no Tijolaço.