Polícia fascista tem que voltar para o canil de onde saiu

A espalhafatosa ofensiva da Polícia Federal sobre a universidade pública, já dramaticamente marcada pelo suicídio do reitor da Universidade Federal de Santa Catarina, Luiz Cancellier, teve hoje um novo episódio grotesco com oito conduções coercitivas, inclusive a do reitor e da vice-reitora da Universidade Federal de Minas Gerais, pela polícia federal (assim mesmo, em letras minúsculas).

Não venham com o papo-furado de que ninguém está acima da lei.

Todos os conduzidos  pessoas de endereço e atividade certa, que poderiam ter sido regularmente intimadas a depor, sem a necessidade de arrastar ninguém de camburão, detido “para averiguação”, como nos tempos do tristemente famoso delegado Nélson Duarte e seus “homens de ouro” que geraram o Esquadrão da Morte no Rio de Janeiro.

Não há razão plausível para que uma matilha de 80 policiais se atire sobre sobre professores que não sabem sequer usar um estilingue.

Um bando de palhaços, que quer aparecer,


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