Confira momento em que reitor da UFMG é libertado pela PF

Mais uma vez a Polícia Federal arma um espetáculo desnecessário para aprofundar uma investigação. O uso das conduções coercitivas viola a lei e impõe uma exposição pública irreversivelmente danosa a alvos que, muitas vezes, acabam sendo inocentados, mas carregam, para sempre, a pecha de criminosos.

O reitor da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Jaime Arturo Ramirez, a vice-reitora, Sandra Regina Goulart Almeida, e o presidente da Fundação de Desenvolvimento e Pesquisa (Fundep), Alfredo Gontijo de Oliveira, foram alvo de condução coercitiva pela Polícia Federal em uma operação na manhã desta quarta-feira (6), em Belo Horizonte.

A operação “Esperança Equilibrista” apura um suposto desvio de cerca de R$ 4 milhões em recursos públicos na construção do Memorial da Anistia Política do Brasil.

De acordo com a decisão judicial, além dos atuais reitor e vice-reitora, também foram conduzidos coercitivamente as ex-vice-reitoras Rocksane de Carvalho Norton e Heloisa

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