Diretor da PF quebra hierarquia e defende privilégios

O diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segóvia, agiu mal ao fazer lobby contra a atual proposta de reforma da Previdência. Segóvia tomou café da manhã ontem com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Após o encontro, o diretor-geral disse numa entrevista que estava preocupado com a perda de “direitos”. Afirmou que seria “péssimo” isso acontecer neste momento, porque o policial “enfrenta a corrupção”.

A Polícia Federal não é uma instituição com autonomia administrativa, como no caso do Judiciário e do Ministério Público. Administrativamente, está subordinada ao Ministério da Justiça. É um departamento do governo.

A atual administração tem uma proposta de reforma da Previdência apresentada ao Congresso. Segóvia deveria respeitar o projeto do governo. Houve um gesto claro de indisciplina em relação ao chefe direto dele, o ministro da Justiça, Torquato Jardim, e ao presidente da República, Michel Temer, que o nomeou.

Cabem às associações sindicais que representam policiais

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