Segóvia erra, fala demais e abre guarda para Janot bater

O novo diretor-geral da Polícia Federal, Fernando Segóvia, falou demais e estreou mal no cargo ontem. Ele atirou contra o ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot.

Segóvia disse que a investigação que resultou na delação de executivos da JBS foi apressada. Afirmou que a mala de dinheiro entregue pelo executivo Ricardo Saud ao ex-deputado federal Rodrigo da Rocha Loures talvez não fosse suficiente para dar “materialidade” às acusações de Janot contra o ex-presidente Michel Temer.

Nas redes sociais, o ex-procurador-geral reagiu. Janot lembrou que a lei processual manda a investigação e a denúncia serem céleres no caso de réu preso, sob pena de soltura obrigatória. E sugeriu ainda que Segóvia estaria falando a mando de Temer e de outros políticos investigados.

Há inúmeras críticas que podem ser feitas ao processo que resultou nas delações da JBS. Mas o novo diretor-geral da Polícia Federal deveria ser mais cuidadoso antes de sair atirando

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