No caso Picciani, STF paga conta que é da classe política

O Supremo Tribunal Federal está pagando uma conta que não é dele, mas da classe política como um todo. O Supremo não é imune a críticas, mas não mandou o Senado preservar o mandato de Aécio Neves nem soltar os deputados estaduais do Rio Jorge Picciani, Paulo Mello e Edson Albertassi.

Na sexta, a Assembleia do Rio decidiu libertar os três deputados peemedebistas. Logo depois, houve críticas ao STF, no sentido de que a decisão sobre o tucano Aécio teria servido como precedente para que a Assembleia libertasse Picciani, Albertassi e Mello.

Ora, o mesmo Senado que decidiu manter a prisão de Delcídio do Amaral em 2015 preservou as funções parlamentares de Aécio neste ano. O PSDB que votou contra Delcídio deu apoio ao tucano e o manteve na presidência formal da legenda.

No Rio, foram os partidos políticos, com o PMDB à frente, que decidiram tirar os três deputados

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