Beatriz Cerqueira: Se a escola não discutir sexualidade, empurrará os jovens para uma nova onda de transmissão de HIV; veja vídeos

Fotos da montagem: Jéssica Souza/Sind-UTE/MG

Sind-UTE/MG

Sexta-feira passada (10/11), Dia Nacional de Mobilização, foi duplamente de luta em Minas Gerais.

Pela manhã, trabalhadores de várias categorias dos setores público e privado, sindicatos e centrais, entre as quais a CUT, se uniram para protestar contra as reformas trabalhista e da previdência.

À tarde, o alvo da luta foi o projeto de lei da Escola sem Partido, a chamada lei da mordaça.

Durante uma audiência pública, que aconteceu na Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) e que contou com a presença de vários profissionais da educação pública e privada, a coordenadora-geral do Sind-UTE/MG, Beatriz Cerqueira, explicou por que esse projeto é tão maléfico à educação.

“A Escola sem Partido coloca os professores como opressores dos estudantes, dando uma falsa ideia de que na relação do ensinar do aprender existe a lei do mais forte.”

Outro ataque que esse projeto faz

Continue lendo no Vi o Mundo.