Segóvia deve trazer menos surpresas para PMDB e PSDB

É inusual que o Ministério da Justiça, em nota oficial, anuncie que a escolha do diretor-geral da Polícia Federal tenha sido feita pelo presidente da República, como aconteceu no caso do delegado Fernando Segóvia.

Normalmente, é isso mesmo o que acontece. O ministro da Justiça discute os nomes com o presidente para um cargo de tamanha importância. Mas o anúncio fica na conta do ministro, porque a Polícia Federal é funcionalmente subordinada à pasta da Justiça.

Essa nota mostra que o ministro Torquato Jardim quis deixar clara a sua discordância em relação ao Palácio do Planalto e aos padrinhos políticos de Segóvia, como o ex-senador José Sarney e o ministro Eliseu Padilha (Casa Civil).

Todo diretor-geral da Polícia Federal chega ao cargo por meio de negociação política. Leandro Daiello, que está de saída, fez o mesmo, mas atuou com distanciamento da presidente Dilma Rousseff e do então ministro da Justiça,

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