Aécio e seus cúmplices no Senado não perdem por esperar

 

O cheiro de pizza já podia ser sentido antes da votação da autorização do Senado ao STF para impor medidas cautelares a Aécio Neves. Foi tudo muito rápido. Todos sabiam que senadores envolvidos em corrupção e investigados como o tucano aliviariam a sua barra.

Antes de chegarmos à conclusão sobre essa vergonha, vamos rever como Aécio chegou à situação de ter que ser acobertado para não ser preso.

Na eleição de 2014, Aécio Neves deflagrou uma campanha moralista contra a adversária Dilma Rousseff acusando-a, pesadamente de, corrupção.

 

Na abertura dos trabalhos legislativos do Congresso em fevereiro de 2015, o tucano exortou o Parlamento a se opor furiosamente a Dilma Rousseff, que havia um mês assumira seu segundo mandato. Sempre acusando os adversários de “corrupção”.

Aécio não inviabilizou, apenas, o governo Dilma, fazendo, ao lado de Eduardo Cunha, com que o Congresso não votasse nada

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