Sobre a economia comportamental: não ao fascismo do bem

Por Rodrigo Constantino

Por João Luiz Mauad, publicado pelo Instituto Liberal

“Ao explorar as conseqüências da racionalidade limitada, das preferências sociais e da falta de autocontrole, ele mostrou como esses traços humanos afetam sistematicamente as decisões individuais e os resultados do mercado”. (Transcrito da justificativa para concessão do Nobel de economia a Richard Thaler)

O último Nobel de economia, concedido ao americano Richard Thaler, trouxe de volta a discussão sobre a racionalidade/irracionalidade dos agentes econômicos em suas tomadas de decisões e, conseqüentemente, sobre as famigeradas falhas de mercado, tão caras aos intervencionistas de todos os matizes.

Como resumiu Mário Rizzo em artigo recente, o problema não está na economia comportamental em si mesma, mas no fato dela vir acompanhada de uma concepção estreita da racionalidade como um padrão de avaliação normativo e prescritivo. Ou seja, as pessoas devem ser incentivadas a agir racionalmente, seja através da tributação, da regulamentação ou através


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