Quando o bom senso de Dona Regina calou os intelectualoides globais

Por Rodrigo Constantino

Por Pedro Henrique Alves, publicado pelo Instituto Liberal

Os seres humanos já conseguem perscrutar um átomo até quase a sua última substância visível ou detectável, já saímos do globo terrestre em busca de novos mundos, novas possibilidades e até mesmo de novas vidas, tudo isso muito bem delineado em sistemas intrincados de cálculos e inferências lógicas. Entretanto, esses mesmos seres humanos inteligentíssimos, por vezes, relativizam coisas banais do dia a dia e minam os próprios princípios régios e universais que possibilitaram seu desenvolvimento científico e tecnológico. Como dizia Scott Randall Paine, comentando o pensamento de Chesterton: o cientista moderno “foi ensinado a fixar sua imaginação confusa nos bilhões de átomos sobre os quais se senta, e a esquecer a cadeira” (PAINE, 2008, p. 49).

Em nossa era o chamado senso comum se tornou sinônimo de inverdade ou de conhecimento sem bases confiáveis, mas podemos admitir que o senso comum


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