A bordo da pirotecnia jurídica de Cármen Lúcia, o STF reafirma o seu acovardamento. Por Carlos Fernandes

Cármen Lúcia

O Supremo Tribunal Federal conseguiu subir mais um degrau na vacilante escada da desmoralização institucional que, de vontade própria, decidiu escalar.

Ao declarar de próprio punho que não possui poderes supremos para combater e inibir a vasta enciclopédia de crimes cometidos por uma casta especialíssima de nossa sociedade, o “Supremo” do STF, a depender de quem comete o ilícito, passa a ser um “Relativo”.

Numa pirotecnia jurídica que visava desmentir a si próprio quando da decisão unânime que finalmente afastou o já imprestável Eduardo Cunha, os eminentes juízes de nossa Suprema Corte resolveram que agora o jogo já é outro.

Segundo o egrégio colegiado, a lei é para todos, desde que nesse todo não esteja

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