Para Gilmar Mendes, estão todos errados, só ele tem razão

“Ao atuarem individualmente, os ministros se beneficiam sozinhos da autoridade coletiva do tribunal. A autoridade da Corte é por eles consumida em pronunciamentos políticos na imprensa, em liminares heterodoxas, em pedidos de vista que impedem o jogamento de processos e em participações em julgamentos em que deveriam se declarar suspeitos” (Thomaz Pereira, professor da FGV Direito Rio).

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Parece aquele sujeito que entra acelerando na contra-mão de uma auto-estrada e sai xingando todo mundo que cruza à sua frente.

Para o ministro Gilmar Mendes, os outros estão todos errados, só ele costuma ter razão.

Na semana passada, o ministro supremo queria o afastamento de Rodrigo Janot do processo da PGR contra o presidente Michel Temer e, percebendo que seria derrotado, ausentou-se do plenário do STF. Resultado: 9 a 0 contra a tese de Gilmar e Temer.

Nesta quarta-feira, só ele votou contra o envio da segunda denúncia à Câmara. Resultado: 7

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