Dória, o jestor jenial, inaugurou nova cracolândia às portas da Folha e sob as sombras de Duque de Caxias

São Paulo não é estúdio de TV, mas Dória é de fato um aprendiz de prefeito. Dória acaba de inaugurar uma nova cracolândia: às portas da sede da “Folha” e sob a sombra da estátua de Caxias (herói do Exército brasileiro). Depois de aumentar velocidade nas marginais, desprezar ciclovias e derrubar prédio com moradores dentro na cracolândia, Dória virou um zumbi. É ele quem vaga pela cidade, como um viciado, um dependente crônico de marketing.  

por Rodrigo Vianna

O jestor privado João Dória é um jênio.

Decretou o fim da cracolândia. E ao fazê-lo demonstrou ter sérios comprometimentos de fundo psíquico, já que parece acreditar na mitologia que fabrica todos os dias – à base de propaganda e discurso autoritário. Dória começou usando propaganda pra enganar os outros. E acabou enganando a si mesmo.

Agora se desespera, maltratando repórteres que perguntam o óbvio: “como o senhor responde às críticas de que praticou na

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