O golpe dos corruptos leva Brasil à beira do caos: “por Deus, pela minha família, pelas pessoas de bem”

Símbolo da farsa: deputado do PSDB, que deu o voto de número 342 pelo golpe, está na lista de propinas da Odebrrecht

por Rodrigo Vianna

Depois de assistir à sessão do golpe, em Brasilia, entendi porque a TFP (Tradição, Família e Propriedade – velha instituição católica de ultra-direita, que defendeu a ditadura em 64) entrou em decadência.

A TFP tornou-se desnecessária. O discurso da “família acima de tudo” ganhou a parada.

“Pela minha família, pelos meus filhos, pela minha mulher”, gritou um deputado/delegado de Goiás.

“Voto em nome do povo de Jesus”, dizia uma moça com jeito de santinha.

Um amigo escreveu: ninguém agradeceu à (ou ao) amante?

Deus e a família embalaram as declarações de voto. Quase ninguém lembrou das pedaladas fiscais. E assim a Câmara mais nojenta da história votou pelo impedimento de uma presidenta contra a qual não há acusações formais de crime.

Consumou-se o golpe dos

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